Cotemig: Sua revolução começa aqui

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Com a expansão do ensino superior, felizmente, é possível escolher entre uma vasta variedade de cursos de graduação. O primeiro passo é fazer uma boa pesquisa para não acabar fazendo uma escolha precipitada e contrária ao seu gosto profissional. Além disso, decidir qual o título desejado, Bacharel ou Tecnólogo, é outro aspecto a ser analisado para o momento da decisão. Na notícia Tecnólogo ou Bacharelado, qual escolher? explicamos mais sobre o assunto. 

Independente do curso que você escolher, um dos fatores a ser levado em conta é saber se o nicho dispõe de uma alta demanda desse profissional. Nesse contexto, a área de TI é uma das que possui maior potencial de mercado. Toda sua trajetória evolutiva indica que ainda há muito para crescer e quem apostar em especializações na área traçará uma carreira de sucesso. 

De acordo com dados da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, a Brasscom, estima-se que até o ano de 2024 o setor precise de 329 mil novos profissionais de Tecnologia da Informação. No Brasil, por exemplo, a área acumula um déficit anual de 30 a 40 mil profissionais.

Isso porque, especialmente no cenário atual, em que as empresas perceberam a inevitabilidade de se digitalizar o mais rápido possível, o papel do profissional de tecnologia é imprescindível para a otimização de processos e melhoria na qualidade de armazenamento e troca de informações dentro das instituições. O setor se tornou estratégico em vários ramos de atuação e as possibilidades de emprego para o profissional de TI são muitas.

De acordo com a professora da Faculdade COTEMIG, Luciana Barbosa, “a crescente demanda por profissionais se justifica por vários motivos, entre eles, a grande disponibilidade de dados gerados pelas novas tecnologias como o 5G, por exemplo. O que acaba demandando por ferramentas computacionais que empregam ciência de dados, atualização de sistemas legados com tecnologias mais modernas como mobile e serviços na nuvem e a aceleração do processo de transformação digital das empresas, provocado pela pandemia”.

Outro ponto positivo da área está atrelado à média salarial de mercado, considerada como uma das mais altas atualmente, variando de R$ 6.000,00 a R$ 35.000,00 por mês, dependendo do cargo exercido e do grau de especialização do profissional. 

Segundo a professora de Gestão de Carreiras do Colégio COTEMIG, Michelle Hanne, “embora a demanda por profissionais de TI seja alta, é necessário que tenham os conhecimentos técnicos exigidos pelo mercado e estejam sempre atentos e abertos às novas demandas e atualizações”.

Ela destaca ainda três trilhas de carreira e suas hard skills

  1. Front-end - Profissional responsável por produzir o layout de um produto digital (página web ou App) e gerar interatividade entre os elementos. É essencial conhecimento sobre HTML, CSS e JavaScript. Também é necessário conhecer ferramentas e frameworks de mercado, como React, Angular, jQuery e Prototipação.
  2. Full-Stack - Esse profissional atua em projetos de Back End (servidor, banco de dados, modelagem, programação, estruturação de dados e implementação) e também pode atuar em front-end (interface e UX). É essencial conhecimento em HTML, JavaScript, PHP, Ruby, Python CSS, MongoDB, MySQL, Node.js e Angular.
  3. Ciência de Dados - Abrange um leque de oportunidades para os profissionais que trabalham com dados e analytics. Os profissionais devem possuir habilidades técnicas para resolver problemas complexos. Conhecer sobre fundamentos de Estatística e Matemática, além de utilizarem técnicas de Inteligência Artificial (IA) e Business Intelligence (BI). A linguagem de programação predominante da área é Python.

De acordo com a Professora Luciana, para que o profissional seja valorizado é necessário que ele tenha um embasamento teórico e prático sólido, que permita acompanhar as evoluções tecnológicas. “É hora de estudar. A grande disponibilidade de conteúdo na internet, como por exemplo, no YouTube, traz uma falsa impressão de aprendizado. A oferta de vagas para TI é ampla, mas faltam profissionais qualificados para assumir esses postos”.

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